Nunca na história desse país a economia foi tão exaltada, todo anseio de desenvolvimento passa pelas muitas teorias que se assemelham, pelo menos na denominação. Termos como, plano econômico, economia sustentável, fórum econômico, economicamente viável, política econômica, desempenho econômico, são muito constantes no dia a dia dos noticiários brasileiros. Isso nos dá uma visão sobre como estamos sendo movidos e conduzidos majoritariamente, por valores financeiros. Os números que o governo apresenta são sempre positivos e tentam mostrar um país muito bom. O salário mínimo já está um pouco acima do custo da cesta básica, que maravilha! O sistema financeiro habitacional está financiando mais imóveis à população, a venda de veículos zero quilômetro bateu recorde no ultimo ano, os resultados da balança comercial estão positivos, o dólar caiu, o real está valorizado, a taxa de juros abaixou. Nossa quanta notícia boa! Mas, será mesmo assim?
Estamos pagando mais impostos, afinal, os gastos do governo com regalias não param de aumentar e alguém tem que pagar essa conta, Além do mais, no buraco negro da corrupção nem ralo existe mais.
Vivemos em um mundo em que o dinheiro é o eixo da realidade, tudo gira em torno de valores financeiros e o preço dessa mentalidade é muito alto. Em nome do lucro, desmatamos e alteramos o clima, poluímos os rios, fazemos aborto, relaxamos as leis, construímos cidades e destruímos pessoas.
A vida está perdendo esta briga com o dinheiro e não é brincadeira não, nós também fazemos parte dessa ciranda viciosa. A Campanha da fraternidade vem nos abrir os olhos para enxergar o quanto nossas atitudes individuais podem fazer a diferença nesse momento em que a vida e a morte não passam de uma questão numérica.
A vida digna é um conjunto de bons valores, mas como estão, a família, a educação das crianças, o acesso á justiça pelos mais pobres, o respeito pela vida humana? Nosso momento é de crise moral, mas em nome de uma economia estável tudo se justifica. De fato o dinheiro é um deus, mas nós ainda podemos escolher a quem queremos servir, a ele ou a Deus.
Estamos pagando mais impostos, afinal, os gastos do governo com regalias não param de aumentar e alguém tem que pagar essa conta, Além do mais, no buraco negro da corrupção nem ralo existe mais.
Vivemos em um mundo em que o dinheiro é o eixo da realidade, tudo gira em torno de valores financeiros e o preço dessa mentalidade é muito alto. Em nome do lucro, desmatamos e alteramos o clima, poluímos os rios, fazemos aborto, relaxamos as leis, construímos cidades e destruímos pessoas.
A vida está perdendo esta briga com o dinheiro e não é brincadeira não, nós também fazemos parte dessa ciranda viciosa. A Campanha da fraternidade vem nos abrir os olhos para enxergar o quanto nossas atitudes individuais podem fazer a diferença nesse momento em que a vida e a morte não passam de uma questão numérica.
A vida digna é um conjunto de bons valores, mas como estão, a família, a educação das crianças, o acesso á justiça pelos mais pobres, o respeito pela vida humana? Nosso momento é de crise moral, mas em nome de uma economia estável tudo se justifica. De fato o dinheiro é um deus, mas nós ainda podemos escolher a quem queremos servir, a ele ou a Deus.


Você sintetizou muito bem a realidade que se encontra o nosso país, melhor dizendo a realidade de todos nós. Infelizmente, nos iludimos com o noticiário que destaca o crescimento de uma economia e não conseguimos enxergar as conseqüências que esse fenômeno causa em nossa vida.
ResponderExcluirMuito bem lembrado a Campanha da Fraternidade desse ano, sinal de que a Igreja Católica está, como sempre, atualizadíssima e dando o real valor ao que é mais precioso: A VIDA.
Gostei muito do seu texto!!!!
Você está certo em dizer que nossas atitudes individuais podem fazer a diferença. O problema é que muitas pessoas já não acreditam mais nisso e acabam deixando-se envolver com a "massa". Fiquei muito feliz quando soube que a CF 2010 iria ter como temática a relação que mantemos com o dinheiro.
ResponderExcluirParabéns pelo texto, irmão!